segunda-feira, 9 de julho de 2007

Parada-dá-parafuceta: sexualidade humana

Para a saudosa Dhyana, do http://otemplodedhyana.blogspot.com/

Admitamos: o sexo não é só uma característica definidora do corpo humano; o sexo é sempiterno; somos criaturas que, de um jeito ou de outro, sentem-se impulsionadas a atrair, a estabelecer o laço de outrora - pois, homem e mulher [ou mulheres?] situam a “estrutura” erótica-sexual do ‘amor’; a sexualidade está presente nas atitudes para com os outrostrágica, cômica, dramática relações vivenciais; a sexualidade não é tão somente um instinto, há-de ser algo mais quando se está em jogo a sedução, a condução animosa, a musicalidade corporal, a persuasão física – odor, pegadas, gemidos, exalação calorosa; o sexo com sexualidade é mais prazeroso; a sexualidade não é apenas ato sexual, isto é, não vem a ser a penetração; a erótica-sexualidade é recíproca, convergente, co-presente; a sexualidade humana é Parada-dá-parafuceta!

6 comentários:

Paulera disse...

"sexualidade não é apenas ato sexual"
isso quer dizer que desde o forró à encoxada na parede tb contam
hehehe!

Hammurabi disse...

Raskólhnikov, vai tomar um banho frio, Raskólhnikov!!!!

Brincadeira.

Ficou massa cumpadi!!!

Raskólhnikov disse...

Isso mesmo, Paulera. A sexualidade pode está presente em quaisquer situações e atitudes que queira incluí-la. Digo-te mais, a simples pronúncia de um "Bom dia" será sexual, se assim o quiser, ou instintivamente o será, entendes?

Paulera disse...

vc é freudiano?

Hammurabi disse...

Se freudiano quer dizer tarado, então esse Russo aí é praticamente a Ana O.

Raskólhnikov disse...

Não sou freudiano. Tenho apenas notado, refletido e também participado do quotidiano "Parado-dá-parafucetado" das relações humanas. Dizer-se freudiano não será muito, já que estamos em tempos em que a literatura freudiana é demasiadamente desconhecida, ou mesmo esquecida. A sexualidade não deve ser questão para se horrorizar, reprimir; pois, oras, ela nos constitui fisiologicamente, todavia, a constituímos psicologicamente. Não é assim?