quarta-feira, 6 de junho de 2007

Seguindo a tradição, o Mohammed posta, eu e o Paulinho comentamos e no post seguinte revezamos.
Tudo bem.
Já tô me acostumando com isso.
Eu sei que o público tem aumentado. Tenho amigos quase psicólogos, quase filósofos, quase biomédicos, quase analistas de sistemas, quase administradores, quase arquivistas, quase contadores, quase professores de educação física, quase professores de letras, quase advogados e quase porra nenhuma acompanhando cada desatino aqui publicado.
Mas ainda assim eles não comentam.
Eu penso que tenho a solução: VOU AUMENTAR SUBSTANCIALMENTE O TAMANHO DO LINK PARA OS COMENTÁRIOS.
Assim que eu descobrir como se faz isso.
Entenda. Quem posta não tá nem aí se você não sabe acentuar as proparoxítonas. O que eles precisam é do famoso feedback, pra ter certeza de que o pensamento que por essa ou aquela razão não pôde ser vocalizado, alcançou as sinapses de outro ser inteligente, o que por sua vez trará o alívio característicamente anal*. Algo como (usando um exemplo recorrente nas aulas da Valeska) depois de cagar, dar uma olhadinha no vaso pra certificar-se do produto.
Bom, é isso.
Paulinho, Mohammed, e Dhyana (sempre bem vinda) podem comentar.

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*Para os não-quase-psicólogos: Característicamente anal faz referência à fase psicossexual anal freudiana. Nesta fase do desenvolvimento infantil, entre dois e três anos, as crianças sentem prazer no controle esfincteriano, retendo e liberando as fezes. Os adultos que, por essa ou aquela razão, "fixaram-se" nessa fase, obtêm prazer acumulando ou dispensado coisas ou pessoas. Exemplificam esse conceito os sovinas e os perdulários.

2 comentários:

Paulera disse...

e Dhyana (sempre bem vinda)

hahahahahaha
o Mohammed nao comenta muito não
e ninguem comenta nos videos massa que eu coloco.

abraços!

é, as pessoas tem que comentar para reforçarem o nosso comportamento, pq "um bom behavior. diria 'vc reforça o meu comportamento' ao invés de 'vc me reforça'"

li isso ou em skinner ou no Márcio & Guto, ou em alguma das milhoes de bibliografias que usei pro meu estágio.

Paskin disse...

Eu preferi usar feedback ao invés de reforço, porque feedback, ou retro-alimentação, lembra vômito, que tem semelhança com merda, que tem vìnculo com ânus, que lembra fase anal. Anal por sua vez tem muita semelhança com o tipo de assunto aqui discutido.