quarta-feira, 27 de junho de 2007

borboletas

"... e perceber que você deve ajudar a pessoa a seguir o próprio caminho dela, ao invés de fazê-la seguir o seu"
Ao vê-los se beijando hoje, a minha ficha caiu. E isso se torna novamente uma novidade. Esse sentimento, essa contingência, esse operante de "sobrei de novo!". Eu era tão bem acostumado em vê-los ali, trocando carinhos. E repetia para mim mesmo que era aquilo que eu queria. E eu sei que era. Eu ser de câncer explica tudo para alguns, mas a verdade é que eu não passei na prova. Nesse semestre, muito mais do que matérias foram colocadas em teste. E a realidade é que eu reprovei.

Foi assim mesmo que ela disse: "se o relacionamento de vocês [alunos] sobreviverem a essa matéria, pode casar" e foi assim que não aconteceu. É tão bobo escrever pra outros sobre comportamentos privados.

"nothing in my way" é a música da radio agora.
e os grampos de cabelo ainda estão em todo o lugar. como esse no meu campo de visão, à frente do monitor.
a foto ainda está na minha cabeceira.
Mas a pergunta se mantêm firme.

Onde estão as borboletas?

3 comentários:

Paskin disse...

Quer falar sobre isso fiote?

Lobinho disse...

Antes de vc falar qualquer coisa, segui o conselhor bom e sumido Léo: vá chorar debaixo do chuveiro.
Quanto às borboletas, se vc cuidar da porra do seu jardim pestilento, com o tempo elas viram. Mas preste atenção: as mariposas são melhores q as borboletas!

Saudações da Fortaleza da Patifaria!!!

Tiago disse...

Nunca sabemos se é a hora certa de parar de ouvir o disco da Bethania cantando Roberto Carlos.