sexta-feira, 14 de setembro de 2007

a revolta contra a mal-amada (Censurado)

Uma das minhas revoltas nos dias de hoje é a mulher. O título está errado, na verdade é a mulher que não se ama. Não vejo problema em uma mulher que não tem parceiro, se ela não for mal-humorada, tudo bem pra mim.

Acho horrível quando a mulher não se conhece. Isso mesmo: NÃO SE CONHECE.

Tristemente, ainda nos dias de hoje vejo muitas meninas/moças/mulheres que delegam o prazer de seus corpos para outras pessoas. Meninas que vêem a masturbação como algo nojento/errado. Mas possuem um relacionamento com um rapaz/homem, e mantêm relações sexuais com o mesmo. E até aí, tudo bem?! Você poderia responder "claro, tá tudo bem sim!".

Pois é, mas a questão é essa: não está tudo bem. Não mesmo.

Porque pra uma menininha assim, como citado anteriormente, o prazer de seu corpo está TODO sobre o homem. E aí não há um esforço dessa moça pra fazer algo, melhorar a qualidade do sexo no casal.

E o homem vai perceber, quando o sino bater e a hora chegar, que uma menina que tem esse traço na personalidade (hahaha!) vai se sentir satisfeita em deitar-se e falar "vem tigrão!" (HAHAHA!) e só. E acreditar que essa é a função dela = fazer nada.

O pior pensamento que pode ocorrer ao estar com uma mulher inexperiente é: putz, com a minha mão eu seria bem mais feliz.

4 comentários:

Marilia Gabriela disse...

Hahaha, sempre venho aqui pra ler os textos q vc posta, mas dessa vez eu tenho q deixar um comentario a respeito.
Não sei se era pra rir, mas ri mto com a frase: "O pior pensamento que pode ocorrer ao estar com uma mulher inexperiente é: putz, com a minha mão eu seria bem mais feliz."

bjokas

Paulera disse...

brigado MH! =*

Hammurabi disse...

Eu preciso achar o livro da Marta Suplicy pra te emprestar.
Eu ainda sou mais otimista quanto a questão do auto-conhecimento feminino (pelo menos no que tange ao próprio corpo). Eu já ouvi histórias de mulheres que acreditavam ter engravidado só por usar a mesma toalha de banho que um homem. Ou por ter sentado no mesmo vaso sanitário que um homem pouco antes havia desocupado.
Então, se esse tipo de "crendice" está praticamente extinto (por que acredite: ainda existem lugares onde as pessoas creem nisso) é provável que a siririca deixe de ser um tabu na maior parte da costelação feminil ainda nessa geração.

Talita disse...

é... há mto da cultura aí...
Mulher até mto pouco tempo ñ tinha vez pra sentir prazer com o sexo!