quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Prólogo do arauto da sacanagem

Mantendo a tradição da confraria, que talvez tenha sido esquecida, venho por meio desta, fazer jus aos tácitos preceitos estabelecidos no último concílio antes da criação do blog - esse concílio foi só na cabeça do Cardosão.
Talvez tenha sido contagiado pelo espirito (latente...) da Psicologia Comunitária. Ou ainda na vã tentativa de que possa tocar e sensibilizar o maior número de pessoas ao redor do globo (é a confraria nas-zoropa!), que vivem num estilo de vida fútil, egoista e extremamente ineficiente, pois estamos acabando com os recursos naturais do planeta em favor do enriquecimento de poucos; mas com certeza houve uma contribuição de Saramago ("...se somos bosta, talvez algo de nós lhes resvale.").
Bem, sem mais enrolação, segue o relato de um caso que nos faz pensar sobre valores morais como confiança, solidariedade e benevolência.


Uma mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar e vai logo dizendo ao amante:
- Depressa, fique em pé ali no canto.
Rapidamente, ela cobre o corpo do amante com óleo e sapeca talco por cima.
- Não se mexa até eu mandar. Finja que é uma estátua. Eu vi uma igualzinha na casa dos Barbosa semana passada!
Nisso, o marido entra e pergunta:
- O que é isto?
-Isso? Ah, é só uma estátua. Os Barbosa botaram uma no quarto deles. Gostei tanto que comprei esta igual para nós!
E não se falou mais da estátua. Às duas da madrugada, a mulher já estava dormindo e o marido ainda vendo televisão. De repente, o marido se levanta, caminha até a cozinha, prepara um sanduíche, pega uma latinha de cerveja e vai para o quarto. Chegando, se dirige para a estátua e diz:
- Toma! Come e bebe alguma coisa, seu filho da puta!!! Eu fiquei dois dias, que nem um idiota, no quarto dos Barbosa e nem um copo d'água me ofereceram.

Moral da história: Isso se chama solidariedade!

2 comentários:

Hammurabi disse...

Meu caríssimo mago da putaria, patifaria e pornochanchada.
Queira por favor perdoar essa negra ovelha (já perdida) desgarrada do redil das obcenidades. Se, por esse meio-tempo, tenho me dedicado a escrever sobre assuntos que se desviam levemente do teor hedonista primordialmente proposto é apenas para dar tempo à imaginação de criar mais obras de cunho luxurioso (como quando se dá uma meia hora de intervalo entre uma trepada e o segundo round). O sexo ainda é o mote da (e do) Confraria!
Aceito humildemente a reprimenda.
Que a Confraria conquiste o mundo, de peito e braguilha abertos e queixo e bráulio erguidos!

Lobinho disse...

Perdão aceito, mas q isso não se repita!
Q a sacanagem esteja com vc, pois ela é seu dever e sua salvação... Oh, já é o rascunho do mapa do inferno da nossa oração.