quarta-feira, 16 de maio de 2007

Voltei a confraria...
escrevi esta poesia para as mulheres que chamei de amadas...


Cravejam as rosas!


Os cravos já passaram
E as rosas de si murcharam
Cantando outro verso
Vai andando

Rodando, flutuando, mergulhando
Sabotando os espinhos
cujos espinhos da rosa
já cortaram

Mas os cheiros,
Que cheiros se espera do sangue
Rubro que nasce da cor
Da flor

Já não o quero mais
Vai e leva

(T. Moreira)

2 comentários:

Dhyana disse...

Punha-se um molho de rosas num vaso, exala-se dele a peste!
"Eça de Queiroz"
Beijos...

Hammurabi disse...

Eu só lembro da batatinha