domingo, 29 de julho de 2007

A CONFRARIA: NOS É FODA!


Para os que se converteram a confraria ultimamente...não se preocupe: vai ter mais!!!
Esta são as fotos serias e alternativas.
Seria: todos... como um time de futebol.
A seria eu posto agora...
o resto posto depois!O melhor é cara do pequeno princepe Adam!! Garoto Cinfel.
21/04/2007
23 anos do Mohamed Issa vulgo Habib vulgo T. Moreira

O que você quer de Papai Noel, meu filho???

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Diga Não ao Toco

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Toco: sm. 1. Parte restante do tronco, após cortada a àrvore. 2. Pedaço de vela ou de tocha. 3. Resto de coisa que se partiu ou se consumiu.



O Dicíonário Aurélio (2000) assim define o significado desse termo. Porém, mais que um simples verbete botânico, essa palavra tornou-se sinônimo de derrota, de humilhação. Remete-se o significado do toco à uma expressão comum do basquete, quando o ataque de um jogador de um time é bloqueado, ainda no ar, pela defesa do outro.

No que concerne aos relacionamentos humanos, o toco refere-se à situação onde um relacionamento é interrompido, logo no início ou após certo tempo de convivência. Isto por que um dos elementos da relação repudia, de maneira covarde, as intenções do outro.

A história está recheada de personagens que, ou administraram tocos ou deles foram vítimas. No relato bíblico de Sansão, este na festa de seu primeiro casamento, propôs a seus convidados um enigma. Eles teriam sete dias (que era o tempo que durava uma festa de casamento) para adivinhar o significado da seguinte charada:

"Do que come saiu comida
e do forte saiu doçura".

Sansão com isto se referia a um episódio que lhe ocorrera algum tempo atrás, quando ele matou um leão num vinhedo da Cidade de Timna e, ao passar no dia seguinte pelo mesmo local, notou que havia uma colméia de abelhas no cadáver da fera.

Como prêmio para quem decifrasse o mistério, Sansão prometeu várias túnicas e roupas finas, que na época só os reis e príncipes usavam. No quarto dia os convidados foram atrás da noiva e a convenceram de inquirir de Sansão à resposta do enigma. Ela, com todos os seus dotes e artimanhas, conseguiu que Sansão lhe revelasse o segredo. O final não poderia ter sido mais humilhante para o homem mais forte do mundo: ele teve que matar trinta príncipes para conseguir as roupas que prometera como presente. E pior, como havia ficado furioso com a traição de sua noiva, Sansão saiu da festa correndo para chorar no colo dos pais dele. E adivinhem o que a digníssima noiva fez? Se casou com o padrinho de casamento do Mané!

Toco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A saga dos tocos não pára por aí. Temos exemplos como Cleópatra que deu um toco em César e ficou com Marco Antônio; Helena que deu um toco em Menelau fugindo com Páris de Tróia e Capitu, de Dom Casmurro, que deu um toco em Bentinho e teve um filho com Escobar, dentre muitos outros casos famosos.

Mas as questões que nos interessam enquanto estudiosos do comportamento humano é: o que leva uma pessoa a dar um toco em outra? Em que circunstâncias é mais provável a emissão de um comportamento de toco? Qual o estado psicológico do indivíduo que leva um toco? Existe cura para o ETC (Emissor de Toco Compulsivo)?

Nossa intenção é discutir como as principais escolas de pensamento em psicologia analisam o fenômeno do toco e, por fim, endossar a campanha - Diga Não ao Toco! - após comprovar os efeitos maléficos deste tipo de conduta.

Iniciaremos com a disciplina freudiana.

Pelas análises que podem ser feitas a partir dos tipos páticos dos sujeitos geralmente envolvidos na situação de toco, podemos inferir que os grupos de ETC's são compostos basicamente por indíviduos histéricos e sádicos, enquanto que as vítimas dos ETC's geralmente apresentam condutas tipicamente melancólicas e masoquistas.
Vamos esclarecer.
O indivíduo histérico (que em geral é do sexo feminino), devido à sua grande necessidade narcísica de atenção e afeto, se vê tentado a seduzir aqueles que a sua volta estão. Quando uma incauta vítima se rende aos encantos do histérico este, já saciado de suas necessidades afetivas, reprime severamente o outro apaixonado e, por fim, o ignora. O rejeitado então recolhe-se num sentimento de insignificância e chora torrencialmente, antevendo os comentários e gozações dos presentes (nota: o histérico sempre dará o toco na presença de espectadores, por que é o que alimenta sua fome de atenção).
Ainda usando como referência os tipos páticos, podemos observar que o indivíduo que esporra, digo, goza com o sofrimento alheio também está no rol que fomenta a situação de toco. Entretanto, o indivíduo sádico que especializa-se em dar toco nunca estará saciado enquanto não encontrar alguém que goze tomando toco (duplo sentido, por favor). O casamento perfeito então se dá quando o sádico ETC troca alianças com o masoquista TT (Toma-Toco).



(conversa no MSN)

Skatista: Oi linda, tudo bem?

Princesinha Poderosa Hello Kitty Cor-de-Rosa : Oi, tudo.

Skatista: poxa, vc tava maravilhosa naquela festa do chicão! \o/

Princesinha Poderosa Hello Kitty Cor-de-Rosa: Ah, obrigada : )

(muitas cantadas e elogios depois...)

Princesinha Poderosa Hello Kitty Cor-de-Rosa : Ei, você gosta de volei?

Skatista: Claro que gosto! É um dos meus esportes preferidos! : >

Princesinha Poderosa Hello Kitty Cor-de-Rosa: É mesmo!? Então toma um bloqueio!

(e bloqueia o pobre infeliz no MSN)

Toco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A análise do comportamento também tem a dizer sobre os operantes do toco. Na visão Skinneriana, o toco ocorre quando há uma conversão de diversos fatores ambientais sobre uma determinada contingência amorosa. Quando um relacionamento amoroso está mantido sob esquemas de reforçamento contínuo, os reforçadores (e.g. beijos, carícias, mão-naquilo-aquilo-na-mão), gradualmente, perdem sua eficácia.



-João Ninguém da Silva, eu estou farta de você! Eu não te amo mais! Junte seus trapos e saia já do meu barraco!



Um sujeito que, em circunstâncias passadas, tenha emparelhado situações de toco com os estímulos aversivos dela provenientes provavelmente desenvolverá repertórios de esquiva e fuga em situações onde um comportamento de toco tem condições de ser emitido. Nesse caso, o reforço do comportamento desse indivíduo consistirá na evitação do toco.

Mas o que acontece quando ele não consegue esquivar ou fugir do toco?

Nesse caso, é provável que o sujeito emita comportamentos tipicos de desespero, à semelhança do ratinho que, privado de água e pressionando inutilmente a barra da caixa de condicionamento operante, começa a morder a barra e as extremidades do bebedouro. O rejeitado irá implorar de joelhos para que sua amada o aceite novamente. Ele irá mandar flores, caixas e mais caixas de bombons e centenas de torpedos ao seu affair. Se nada disso adiantar, então este comportamento amoroso entrará em extinção surgindo daí diversos efeitos colaterais como depressão, apatia e desejo incontido de xingar e maldizer o (des) afeto.



(no parque)

-E aí princesa, o cachorrinho tem telefone?

-Porque? A cadela da sua mãe tá no cio?

Toco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Rogers afirmaria que, dentre as razões para que a conduta do toco permaneça, estariam as pressões sociais a que o indivíduo está submetido. Para Rogers, o ser humano é um projeto em desenvolvimento e por natureza tende a amar o próximo. São as normas sociais (implícitas) que fazem com que o indívíduo aja com frieza e falta de compaixão ante seus semelhantes. Assim, tanto o indivíduo que gosta de dar tocos quanto o individuo que leva tocos devem desenvolver um relacionamento onde impere uma aceitação positiva incondicional. O João deve aceitar a Maria muito embora ele a considere uma anta e a Maria deve aceitar o João muito embora ela o considere um cavalo.


Enfim, está mais do que demonstrado que dar tocos não é uma conduta muito útil na evolução e preservação da espécie e que, em última instância, só causa dor e
sofrimento desnecessário. Diante disso, nós do Confraria dos Bravos, apoiamos a campanha:

Diga Não ao Toco!

Participe você também dessa campanha! Divulgue-a e incentive seus amigos a participarem dela. Afinal de contas, o próximo a levar um toco pode ser você.




quarta-feira, 25 de julho de 2007

Pathos s.a. - dispositivo afetivo fundamental

imagem censurada pela inveja.


Adquira já o seu.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Sabedoria e Compaixão: Buda

Frase que levo...


"A vida é tão efêmera como a flor da cerejeira que se desprende da árvore."

Esta frase está comigo desde que comecei a ler a Doutrina de Buda. Muito interessante. A vida ,mesmo bela, tem seu começo e seu fim. Com o tempo, retorna a seu ciclo de nascimento e morte. No final das contas, Buda ensina que não existe vida nem morte, nem começo nem fim. Apenas o tudo e o nada... o Tao, o absoluto.
Recomendo a todos lerem. Buda ensina que o homem sofre pois se apega ao prazeres mundanos. "Sofremos porque não temos", "sofremos porque temos" e "sofremos porque perderemos". Aquele que entende as palavras de Buda não sofre, pois sabe que tudo é passageiro, transitório. Um dia de fortuna , um dia de azar, um dia de amor, um dia de ódio. Tudo passa. A vida é uma grande ilusão. Assim, entendendo esta palavra a grande lição é: não se apegue, pois tudo é transitório e haverá sofrimento desnecessário. Achei muito interessante este pensamento. Buda explica que nosso desejos são como um homem após utilizar um bote para atravessar o rio. Carrega o bote na costa e se dirige ao deserto, crendo que se precisar do bote poderá utiliza-lo. Porem no meio do deserto não ha utilidades a um bote. Por isso carrega este fardo por não conseguir se desapegar ao bem material e sofre com o peso que carrega. este pensamento vai de contra nosso pensamento ocidental. Principalmente sobre a morte. A morte faz parte da vida de todo ser. Por que o homem tem medo? Porque
vai perder algo... assim teme em perder e sofre. Apartir do momento que entendemos que não existe perda pois tudo é transitório, da mesma maneira que nasci e morrerei e que isso faz parte da natureza devo temer algo? Devo sofrer? No ocidente vemos a morte como a grande inimiga. Por que, se faz parte da natureza? O medo do desconhecido? Não creio que seja isso. Pois o fato é para todos. Sendo assim, por que há o despreparo de lidar com a morte? Buda ensina que a sabedoria e a compaixão são valores que auxiliam o ser humano a atingira Iluminação, psssando por cima de tudo, especialmente a morte.
Ultima coisa:
No Budismo não há deuses ou predestinações.O homem decide de acordo com as causa e as circunstancias que vive.

Esta é uma pequena reflexão. Proximo livro: Krishna ou Gita

OBS:
Para informar a todos: continuo sendo muçulmano. Graças ao bom Allah. Leio... pois busco a sabedoria de diversas maneiras e diversos lugares. Assim segundo o profeta Muhamed, que a paz de Allah esteja com ele: "Aquele que busca sabedoria busca o caminho de Deus".

domingo, 22 de julho de 2007

o ultimatum

(clica na imagem para ela ficar do tamanho original)

O ultimatum da kaká comigo. Já que só o thiagão leu meu texto, ninguém da Ásia comentou os 2 textos bacanas que eu escrevi, pelo menos sei que dessa imagem a galera vai gostar.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

aluno de psicologia x psicóloga

e-mail repassado:

Psicóloga X Cazuza

Repassando e concordando com os comentários.
Herói é quem trabalha 18 horas por dia e paga de impostos 6 meses de seu salário para sustentar o país (e todas suas mazelas!!!), e conta com os outros 6 meses para sustentar sua família. Concordo com a psicóloga. Uma psicóloga que escreveu algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:

"Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados. Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo,inadmissível.> Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos costruir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz>mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai referiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.

São esses pais que devemos ter como exemplo? Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora. Temos vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.

Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.

Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.

Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?

Como no comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor. Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário? Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor. Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser amigo de seus filhos. Eduque-os e mais
tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre."
Karla
Christine
Psicóloga Clínica

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a resposta: Aluno de psicologia x psicóloga

Se formos usar o filme como argumento, lembrando que biografias são alteradas então começo falando da seguinte parte do e-mail:

"Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora."

Se a senhora assistiu mesmo ao filme, terá visto que o pai de cazuza, presidente da Som Livre não queria gravar um álbum do filho. Só depois de ver Caetano cantando uma letra dele com Frejat, chamada "todo o amor que houver nessa vida".

Cazuza traficante?!

Que contraditório não?! se ele fosse traficante não viveria como "filhinho de papai". Nunca ouvi falar da vida de tráfico de Cazuza. Isso pode ser ignorância de minha parte, mesmo que o fosse, compará-lo com Fernandinho Beira Mar seria algo disforme da realidade. Pelo menos eu já li a respeito de torturas que o Fernandinho Beira Mar fez. Agora o Cazuza, nunca ouvi falar dele fazendo torturas com ninguém.

Se a senhora precisou muito conversar com a sua filha para que ela não entrasse na vida das drogas, quer dizer que não a "modelou" direito, não ensinou a ela a ser uma cópia da senhora (já que estamos falando entre pessoas da área, posso dizer "modelar" não é?!) Assim como o pai de cazuza não o modelou para trabalhar.

Se sua filha for feia, a senhora não precisa convencê-la de não ir para bacanais... como se fosse ruim um bacanal, tem até o deus grego, Baco. Deus do vinho de bacanal, mas vinho tenho certeza que a senhora gosta. Lembrando que Aristóteles, o pai da psicologia e precursor de todas as áreas de humanas e saúde dormia com os seus alunos preferidos. E o homossexualismo era algo natural na Grécia.

"Beber até cair" é algo que todas as pessoas da nossa cultura brasileira já passaram, ou pelo menos sua maioria, é melhor passar por isso na fase certa, do que proibir a menina de beber, e ela virar uma alcoolista, e aos 30 anos querendo saciar os desejos pendentes, pois existem as fases certas para cada realização, pode ser visto isso na teoria psicossocial de Erik Erikson, interacionista.

Como aqueles gatões de meia-idade que não fizeram as orgias na época certa e agora tão ai "tiozões" se achando com 20 anos.

"Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido." Nossa, então acha que colocar a culpa nos pais ajuda?! Então quando um adolescente em crise vai ao consultório da senhora, é só colocar as culpas nos pais que tudo ficará bem?! A vida é um pouco mais complexa que isso, cada caso é um caso e analisar uma pessoa por um filme não é lá tão preciso assim.

Até porque a droga em si não tem problema. O problema é o modo como encaramos aquilo, não será o fato de algo ser legalizado ou não que definirá o certo e o errado na vida de uma pessoa, eu moro em Brasília e vejo muitas pessoas abusarem do dinheiro que tem em cargos públicos, justamente dos impostos que eu e a senhora pagamos. O que é importante é o modo como a pessoa encara a droga, assim como o álcool, que é algo legalizado. Se a pessoa beber 3 latas de cerveja todo dia, há um problema, mas acredito que se a pessoa fumar um cigarro de maconha a cada seis meses, não vejo problema. Lembrando que o psicólogo deve ver o modo como o cliente/pessoa encara a vida, sem usar os seus próprios valores para julgar o outro.

A senhora inicia esse e-mail muito bem, dizendo que ficamos meses trabalhando para pagar somente impostos, mas depois disso o e-mail afunda como um meteoro. Para a senhora o filme do cazuza prega fazer bacanais e etc, mas deve ser visto que estávamos em outro momento da história, pós-ditadura em que o mais prezado era a liberdade. E o modo de algumas pessoas reagirem contra isso, foi o sexo livre. Acredito que a senhora não pode assistir ao filme "Alexandre" sobre a história mundialmente famosa de Alexandre, o grande. Pois não perceberá que o filme outra época e cultura. E não se pode julgar uma cultura sem estar inserido nela.

Acredito que todo filme é válido, o que é necessário é a pessoa que assiste ter senso-crítico.

Cada pessoa interpreta o mesmo filme de formas diferentes, vai de acordo com as experiências de vida daquela pessoa, ou do ângulo que ela vê. O que eu assisti no filme foi uma pessoa que leva a vida tentando se preocupar pouco com o dia-a-dia. Porque no final das contas a vida corre muito e estamos sempre presos àquela idéia de arrecadar muito dinheiro, e ganância, avareza. Pra mim o filme disse "relaxa", tudo vai acontecer. Sem estar em um extremo como Cazuza estava, pois tinha uma base financeira para isso, mas levar a vida de um modo mais alegre. Essa é a mensagem para mim.

Pra finalizar, acabo com uma frase de Rogers "nós, psicólogos temos que ajudar o cliente a seguir os passos dele mesmo, ao invés de seguir os nossos"

Sem tranferência. Sem se realizar nos outros. Nos filhos e nos clientes.

Paulo Costa, aluno do 6º semestre de psicologia.

Paulo.psicologia@gmail.com
(respostas ao meu e-mail serão muito bem vindas)


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quem resolve se expor está correndo o risco de falar merda, caso eu esteja. me corrijam.